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Segue abaixo a relação de e-mails dos deputados da CTASP (Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público)  que deverão votar pela obrigatoriedade (ou não) da Odontologia do Trabalho  na Equipe de Saúde Ocupacional.

A Equipe de Saúde do Trabalhador hoje é formada por médico do trabalho, enfermeiro do trabalho, fonoaudiólogo do trabalho, engenheiro do trabalho.
E nós, dentistas do trabalho? Bem, ainda estamos de fora.

Para tanto segue a proposta que está circulando no GDOT, sites de relacionamento, sites e blogs sobre a Odontologia do Trabalho para que todos os colegas enviem um e-mail para esses deputados solicitando a aprovação do Projeto de Lei 422/2007, copiando e  colando todos esses endereços no Cco.

ctasp@camara.gov.br;
dep.silviocosta@camara.gov.br;
dep.erosbiondini@camara.gov.br;
dep.sabinocastelobranco@camara.gov.br;
dep.augustocoutinho@camara.gov.br;
dep.eudesxavier@camara.gov.br;
dep.policarpo@camara.gov.br;
dep.vicentinho@camara.gov.br;
dep.fatimapelaes@camara.gov.br;
dep.andreiazito@camara.gov.br;
dep.robertobalestra@camara.gov.br;
dep.goretepereira@camara.gov.br;
dep.laerciooliveira@camara.gov.br;
dep.lucianocastro@camara.gov.br;
dep.sandromabel@camara.gov.br;
dep.mauronazif@camara.gov.br;
dep.flaviamorais@camara.gov.br;
dep.paulopereiradasilva@camara.gov.br;
dep.ronaldonogueira@camara.gov.br;
dep.sergiomoraes@camara.gov.br;
dep.walneyrocha@camara.gov.br;
dep.eriveltonsantana@camara.gov.br;
dep.assismelo@camara.gov.br;
dep.danielalmeida@camara.gov.br;
dep.bohngass@camara.gov.br;
dep.nelsonpellegrino@camara.gov.br;
dep.odaircunha@camara.gov.br;
dep.darcisioperondi@camara.gov.br;
dep.edinhobez@camara.gov.br;
dep.elcionebarbalho@camara.gov.br;
dep.leonardoquintao@camara.gov.br;
dep.joaocampos@camara.gov.br;
dep.jutahyjunior@camara.gov.br;
dep.luizfernandofaria@camara.gov.br;
dep.efraimfilho@camara.gov.br;
dep.irajaabreu@camara.gov.br;
dep.henriqueoliveira@camara.gov.br;
dep.alexandreroso@camara.gov.br;
dep.sandrarosado@camara.gov.br;
dep.andrefigueiredo@camara.gov.br;
dep.sebastiaobalarocha@camara.gov.br;
dep.robertosantiago@camara.gov.br;
dep.alexcanziani@camara.gov.br;
dep.jovairarantes@camara.gov.br;
dep.filipepereira@camara.gov.br;
dep.aliceportugal@camara.gov.br;
dep.manueladavila@camara.gov.br;
dep.helenosilva@camara.gov.br;
dep.jaquelineroriz@camara.gov.br;
dep.ronaldonogueira@camara.gov.br

Ainda não há data prevista,para nova votação. Esperamos que em breve.

Peço que se possível reproduza este post em outros meios de comunicação.

Crianças aleitadas no peito têm melhor desenvolvimento mental e maior equilíbrio emocional

AMAMENTAÇÃO

Crianças aleitadas no peito têm melhor desenvolvimento mental e maior equilíbrio emocional.



Amamentação e a odontologia. A amamentação tem sido incentivada por ser o leite materno não só o alimento mais completo e digestivo para crianças de até um ano de idade, como também por ter ação imunizante, protegendo-as de diversas doenças. A amamentação é gratificante para a mãe e interfere beneficamente na saúde da mulher, por exemplo, diminuindo a probabilidade de câncer de mama, ajudando na involução do útero e na depressão pós-parto. Hoje, diz-se que o leite materno é ecologicamente correto, pois não consome recursos naturais em sua produção e não gera lixo, como ocorre com os leites artificiais, além de ser mais barato. Porém, poucos sabem que a amamentação tem reflexos futuros na fala, respiração e dentição da criança.

Um exercício muito Importante. Quando a criança é amamentada, está não só sendo alimentada, como também fazendo um exercício físico importante para desenvolver sua ossatura e musculatura bucal. Ao nascer, o bebê tem o maxilar inferior muito pequeno, que irá alcançar equilíbrio no tamanho em relação ao maxilar superior tendo seu crescimento estimulado pela sucção do peito. Toda a musculatura bucal é desenvolvida, músculos externos e internos, que, solicitados, desenvolvem os ossos. Mamar no peito não é fácil, daí o bebê ficar bastante transpirado. Esse exercício é o responsável inicial no crescimento harmonioso da face e dentição. Usando mamadeira, esse exercício é quase inexistente, e a preferência do nenê pela mamadeira vem da facilidade com a qual ele ganha o leite, principalmente quando este flui por um furo generoso no bico. Para exercitar-se com maior eficiência, a posição durante a mamada é importante: a criança deverá ficar o mais verticalizada, o que também facilita a deglutição do leite.

Uma atitude na tentativa de evitar apinhamento dental (dentes "encavalados"). Maxilares melhor desenvolvidos propiciarão um melhor alinhamento da dentição, diminuindo a necessidade futura do uso de aparelhos ortodônticos. Músculos firmes ajudarão na fala. Durante a amamentação, aprende-se a respirar corretamente pelo nariz, evitando amigdalites, pneumonias, entre outras doenças. Quando a criança respira pela boca, os dentes ressecados ficam mais expostos à cárie e as gengivas ficam inflamadas, os maxilares tendem a sofrer deformações e os dentes, a ficar "encavalados", aumentando também o processo de cárie.

A amamentação prepara o bebê para a mastigação. A mamadeira costuma tornar-se uma companheira para a criança ao longo de anos, habituando-a a uma dieta mole e adocicada, que aumenta o risco de cáries (cárie de mamadeira); a criança tende a recusar alimentos que requeiram mastigação. Depois da amamentação, a mastigação correta continuará a tarefa de exercitar ossos e músculos. A amamentação prepara a criança para a mastigação. Muitas mães reclamam que seus filhos, já crescidos, não mastigam corretamente e recusam verduras e frutas, apreciando apenas doces e iogurtes. Esquecem-se essas mães de que o que os habituou a essa dieta foi o uso prolongado da mamadeira. Mastigação incorreta pode levar também a problemas de obesidade e de estômago.

Evitando Hábitos prejudiciais. Atrelada à mamadeira, vem a chupeta, que também é usada normalmente por muito tempo, e o hábito de chupar o dedo, afetando o posicionamento dos dentes e trazendo também conseqüências danosas à fala e à respiração.

Abandonando a mamadeira. Desmame - é a transição da amamentação para a alimentação semi-sólida e sólida. Este período é uma fase que exige cuidados tanto pela possibilidade de administração de alimentos inadequados, quanto pelo risco de contaminação dos mesmos, favorecendo a ocorrência diarréica e desnutrição. A OMS/UNICEF recomenda que o lactente (o bebê) deva ser amamentado exclusivamente ao seio materno até o sexto mês de vida e a partir daí receber a complementação de outros alimentos.

Prevenindo a cárie. A primeira consulta odontológica de uma criança deveria ser antes do nascimento de seu primeiro dentinho. Nesse primeiro encontro, o odontopediatra orientaria a respeito da higienização, dieta e como proceder quando os dentes começarem a irromper e a incomodar o bebê. Entre outras coisas, aconselharia os pais a acostumarem-se a levar seus bebês ao dentista, assim como os levam ao pediatra, no sentido de se poder acompanhar de perto o desenvolvimento destes na tentativa da erradicação da doença cárie.

Referências: REVISTA DA APCD Vista em:Dentista Fácil

Doki descobre - escovando os dentes

Uma boa higiene oral e alguns cuidados básicos podem garantir-lhe dentes e gengivas saudáveis uma vida inteira.



Como posso manter uma boa saúde oral na terceira idade?

Independentemente da idade que tem, se fizer uma boa higiene oral, escovando os dentes pelo menos duas vezes por dia com uma pasta dentífrica fluoretada, usando o fio dentário ou outro meio de remoção da placa bacteriana interdentária diariamente, os dentes podem e devem durar toda a vida.
As visitas regulares ao profissional de saúde oral também são muito importantes, pois permitem o diagnóstico precoce de qualquer problema que surja.
Por vezes, devido a perda de peças dentárias, muitos indivíduos utilizam próteses dentárias. Nesses casos, são essenciais cuidados de limpeza da(s) prótese(s). Estas devem ser escovadas diariamente com uma escova própria para o efeito. Também existem soluções no mercado próprias para a limpeza das próteses.

Que cuidados de saúde oral devo ter em conta enquanto idoso?

Mesmo que escove e use o fio dentário (ou escovilhões) regularmente, o idoso poderá deparar-se com alguns problemas de saúde oral. No caso de usar próteses dentárias deve prestar especial atenção ao desgaste das mesmas e ao seu ajuste na boca.
Alguns medicamentos podem induzir alterações da quantidade e qualidade da saliva e provocar alterações no estado de saúde oral. Assim, caso sinta ardor ou secura da boca, deve contactar imediatamente o profissional de saúde.

Felizmente, os profissionais de saúde podem ajudá-lo a ultrapassar estes problemas com grande sucesso. Tome nota de algumas situações:

Cáries radiculares: quando existe recessão gengival, as raízes dos dentes podem ficar expostas, ficando mais susceptíveis à cárie dentária. Como os idosos apresentam uma maior predisposição para recessões gengivais, para manter uma boa higiene oral é fundamental usar uma pasta dentífrica fluoretada.

A boca seca é um problema comum nos idosos e pode ser causado por medicação ou por certas doenças. O seu profissional de saúde pode dar-lhe indicações para restabelecer a humidificação da sua boca, assim como recomendar tratamentos ou medicamentos que ajudem a prevenir os problemas associados à boca seca.

A diabetes, as doenças cardíacas ou o cancro, entre outras doenças, podem afectar a sua saúde oral. Certifique-se de que o profissional de saúde oral está a par dos seus problemas de saúde, de modo a que possa perceber toda a situação e ajudá-lo a ter cuidados específicos com a saúde oral.

As próteses removíveis podem ser muito úteis aos idosos, mas requerem cuidados especiais, quer na sua utilização, quer na sua higienização. Siga cuidadosamente as instruções dadas pelo seu profissional de saúde oral e avise-o se surgirem problemas.

A saúde dos dentes na terceira idade



Os avanços na medicina e na própria odontologia fazem com que a qualidade de vida das pessoas que estão na terceira idade, possa desfrutar de benefícios que as gerações anteriores não tiveram oportunidade de aproveitar.

A população de idosos no mundo tem crescido em ritmo acelerado. O cirurgião dentista deve estar atento a esse fato e ampliar seus conhecimentos na área da odontogeriatria para proporcionar um tratamento correto, eficaz e com o máximo de conforto ao paciente idoso, visto que o atendimento a essas pessoas requer mais atenção no momento de se estabelecer o diagnóstico, bem como na execução do tratamento. Deve-se ter em mente que os idosos geralmente apresentam uma grande variação no que se refere às condições sistêmicas, psicológicas e sociais, além de serem portadores de várias alterações decorrentes do processo natural de envelhecimento.

O dentista, hoje, tem um compromisso muito maior do que garantir dentes em perfeito estado para a mastigação. É preciso que as restaurações protéticas cumpram uma função principal: possibilitar uma mastigação eficiente, com gengivas saudáveis e dentes com bom aspecto. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a população do mundo com idade acima dos 65 poderá dobrar até 2020.

Quanto mais longa é a vida média da população, mais importante se torna o conceito de qualidade de vida, e a saúde bucal tem um papel relevante nesse contexto. Saúde bucal comprometida pode afetar o nível nutricional, o bem-estar físico e mental e diminuir o prazer de uma vida social ativa.

O paciente idoso que chega aos consultórios não perdeu ainda todos os seus dentes nem aceita perdê-los. Com os conceitos de prevenção e a melhora na prática odontológica, ele tem melhor saúde bucal. Além disso, o nível de exigência leva o profissional a buscar tratamentos cada vez mais sofisticados que correspondam à expectativa do paciente e satisfaçam tanto a função e a saúde como o conforto e a estética dos dentes. Algumas pessoas não sorriem para não mostrarem dentes defeituosos, e é comum observar que muitos levam a mão à frente da boca quando o sorriso torna-se inevitável.

A preocupação com o idoso atualmente, deve ser com o todo. Não se pode deixar de relacionar os dentes, a boca, o estado de saúde e o estado emocional do paciente. Muitas doenças se manifestam na mucosa e na língua. Dores musculares, articulares e de cabeça podem estar relacionadas com o bruxismo (ranger os dentes) devido ao estresse. E outras enfermidades comuns ao paciente idoso apresentam consequências bucais para as quais o cirurgião-dentista deve estar atento, a fim de minimizar interferências no tratamento odontológico. Doenças como: o câncer, a artrite, o diabetes e o mal de Parkinson. O paciente de terceira idade é diferente de um paciente jovem, pois toda a sua experiência de vida exerce influência direta no diagnóstico e no plano de tratamento.
 
As alterações no paladar e olfato causadas pelo envelhecimento não foram definitivamente comprovadas, porém, há evidências de que o envelhecimento normal diminui a capacidade desses dois sentidos. O número de papilas gustativas começa a diminuir por volta dos 40 a 50 anos de idade nas mulheres e dos 50 a 60 anos nos homens, sendo que cada papila gustativa restante também começa a perder massa (atrofia). Em caso de perda da sensibilidade gustativa, geralmente perde-se primeiro os sabores salgado e doce; os amargos e ácidos permanecem um tempo um pouco mais longo. “Por isso, muitos idosos de queixam constantemente de boca amarga”.

Perder os dentes e usar dentaduras não é consequência natural da idade. A cavidade oral sofre alterações com a idade, como a diminuição da saliva, uma maior probabilidade de acúmulo de germes bucais e, até mesmo, uma retração gengival (deslocamento da gengiva), mas esses são problemas que podem ser evitados se houver uma boa prevenção. "A secura bucal é um dos incômodos da terceira idade e que, muitas vezes, pode trazer desconfortos como mau hálito, ardência e até ulcerações. Entretanto, essa alteração na produção de saliva está muito mais relacionada ao uso de medicamentos para tratamento de doenças crônicas do que com o envelhecimento em si. Um médico deve ser consultado para ver se há outra opção de medicamento. Em alguns casos, a secura da boca pode ser suavizada com contínuos goles de água, com o mascar caramelos sem açúcar ou estimular com gelo triturado colocado embaixo da língua”.

Concentração de Flúor na água para prevenção da cárie


Qual a concentração de flúor na água fluoretada? Existe alguma forma de se calcular essa concentração referente à quantidade da população de determinado local?

A concentração de flúor a ser adicionada na água é feita segundo cálculo matemático que considera a temperatura média anual da localidade. Se as pessoas bebem mais água porque está mais calor, a concentração do flúor na água deve ser menor. No Brasil, por ser um país tropical, a concentração “ótima” de flúor na água da maioria das cidades é de 0,7 ppm (mg/L).

Em Moçambique a concentração ideal seria de 0,6 ppm(mg/L) para se saber a quantidade necessária leva-se em conta a temperatura ambiente.

O Papel do Flúor



O que é flúor?

O flúor é um mineral natural encontrado em toda a crosta terrestre e largamente distribuído pela natureza. Alguns alimentos contêm flúor, assim como a água fornecida por algumas empresas de serviço público. O flúor é geralmente adicionado à água potável para ajudar a reduzir a incidência de cáries nos dentes. Na década de 30, pesquisadores encontraram pessoas que cresceram bebendo água naturalmente fluoretadas. Desde então, os estudos têm mostrado repetidamente que quando o flúor é adicionado ao suprimento de água da comunidade, a incidência de cárie diminui. A Associação Brasileira de Odontologia, a Organização Mundial de Saúde e o Ministério da Saúde, dentre muitas outras organizações têm endossado o uso de flúor nos suprimentos de água, devido ao seu efeito preventivo contra a cárie.


Como o flúor atua? O flúor ajuda a prevenir as cáries de duas maneiras distintas:

O flúor se concentra nos ossos em crescimento e nos dentes em desenvolvimento das crianças, ajudando a endurecer o esmalte dos dentes de leite e permanentes que ainda não nasceram.
O flúor ajuda a endurecer o esmalte dos dentes permanentes que já se formaram.
O flúor trabalha durante os processos de desmineralização e remineralização que ocorrem naturalmente em sua boca.Sua saliva contém ácidos que causam a desmineralização nos dentes. Estes ácidos são liberados após a alimentação.

Em outros momentos - quando sua saliva está menos ácida - ocorre justamente o oposto, a reposição do cálcio e do fósforo que mantém seus dentes resistentes. Este processo é chamado de remineralização. Quando o flúor está presente durante a remineralização, os minerais depositados são mais duros do que seriam sem o flúor, ajudando a fortalecer seus dentes e a prevenir a dissolução durante a próxima fase de desmineralização.

Doenças da gengiva


Se a placa não for removida regularmente dos dentes, incluindo as áreas abaixo da linha gengival, ela pode irritar, levando à doença na gengiva. Escovação e limpeza regular entre os dentes são essenciais para ajudar a prevenir a doença na gengiva.

Como a placa causa doenças nas gengivas?
As bactérias da placa produzem toxinas que podem irritar a gengiva e causar dano aos dentes. O estágio inicial da doença na gengiva é chamado de gengivite. Trata-se de uma inflamação na gengiva que pode causar inchaço, sensibilidade e sangramento quando da escovação ou do uso de fio dental.

Quem corre o risco de doenças na gengiva?
As doenças na gengiva podem afetar qualquer grupo etário, incluindo as crianças. Entretanto, afetam com maior freqüência os adultos. Na verdade, por volta de três dentre quatro adultos com idade superior a 35 anos têm alguma forma de doença na gengiva no momento ou a tiveram no passado. Seu risco de ter doença na gengiva aumenta se você fuma ou tem certos problemas de saúde. Assim, é fundamental manter seu dentista informado sobre sua saúde geral.

O que eu devo fazer se achar que tenho gengivite?
Felizmente, com cuidados bucais apropriados todo dia e visitas regulares ao dentista, você pode ajudar a prevenir que a gengivite se desenvolva ainda mais. Ela é melhor prevenida e, na maioria dos casos, rapidamente curada seguindo-se uma rotina de remoção de placa todo dia - trata-se de um processo de duas etapas de escovação com escova de dentes com cerdas macias e limpeza entre os dentes. Juntas, essas etapas previnem que placa se forme nas superfícies dentais e sob a linha gengival. A gengivite não é uma condição permanente. Ela pode ser revertida, pois não ocorre nenhum dano permanente no osso que sustenta os dentes.

O que é periodontite?
Se deixada sem tratamento, a gengivite pode progredir para uma forma mais severa de doença na gengiva chamada periodontite ou doença periodontal. A periodontite provoca danos no osso e na gengiva que sustentam os dentes. Uma vez que a periodontite é desenvolvida, o dano não pode ser revertido: apenas um programa de tratamento profissional e um nível aumentado de cuidados bucais diários em casa podem evitar que piore. Se você tiver periodontite, seu dentista lhe fornecerá um programa individualizado para a manutenção de seus dentes e gengiva a fim de deter o progresso da doença. A Uma vez que foi comprovado que nossas escovas de dentes elétricas removem mais placa do que uma escova de dentes manual, você pode melhorar seu nível de higiene oral, o que é um fator crítico no controle da doença na gengiva.

A quais sintomas eu devo estar atento?
A periodontite pode inicialmente ocorrer sem muitos sintomas visíveis, portanto exames dentais regulares são essenciais para um diagnóstico prematuro. Sintomas comuns da periodontite são gengivas vermelhas e inchadas que começaram a se afastar dos dentes, criando bolsas. Isso está freqüentemente associado com sensibilidade dental, uma sensação de pressão intensa entre os dentes ou sangramento quando da escovação ou do uso de fio dental. Em estágios mais avançados, você pode ter recessão gengival, cárie radicular, pus entre os dentes e gengivas, e amolecimento ou eventual perda dos dentes.



Como eu ajudo a prevenir o desenvolvimento da periodontite?
Adotando uma rotina completa de cuidados bucais, você pode ajudar a evitar a periodontite - aqui estão algumas dicas úteis:

  • Escove completamente seus dentes duas vezes ao dia com uma escova com cerdas macias e creme dental com flúor - preferivelmente de manhã após o café e antes de dormir
  • Limpe entre seus dentes diariamente a fim de remover placa de áreas que sua escova de dentes não consegue alcançar Visite seu dentista regularmente - pelo menos uma vez a cada seis meses, para limpeza e exame
  • Evite fumar
  • Os dentistas recomendam que você troque sua escova de dentes pelo menos a cada três meses ou antes se a escova de dentes parecer gasta, pois pesquisa mostra que uma escova de dentes nova consegue remover mais placa do que uma com três meses de uso.

Alimentação Saudável


Conheça algumas orientações para uma alimentação e uma vida saudável!


 Educação alimentar

 Prevenir a cárie dentária pela redução dos alimentos cariogénicos implica não só reduzir a quantidade de ingestão de açúcares, mas também, e principalmente, a sua frequência. Também sob este ponto de vista, as instituições têm um papel muito importante, pois podem promover dietas equilibradas, com baixo consumo de alimentos açucarados (ex: uma sobremesa por semana, um pão com manteiga em vez de doce).

 Existem materiais muito úteis, nesta área, nomeadamente o ‘Manual para uma Alimentação Saudável em Jardins de Infância’ e o ‘Manual de Educação para a Saúde em Alimentação’, que se recomendam. A dieta deverá incluir alimentos que estimulem a mastigação. No entanto, há pessoas com problemas neste domínio que, geralmente, comem papas. Deve-se, assim, ter o cuidado de não adicionar açúcar a estas preparações.As recompensas alimentares dadas por alguma tarefa bem sucedida não devem ser açucaradas.

Os técnicos devem sensibilizar as instituições e os pais para a importância do baixo consumo de alimentos açucarados e refrigerantes, informando que:

• os alimentos açucarados, sólidos e aderentes aosdentes são os mais cariogénicos;

 • o efeito cariogénico dos alimentos é maior se estes forem ingeridos no intervalo das refeições;

 • uma boa dieta passa pela selecção de alimentos naturais, fruta, legumes, cereais e alimentos fibrosos.


Fonte:Portugal. Direcção-Geral da Saúde – Divisão de Saúde Escolar, Manual de Boas Práticas em Saúde Oral para quem trabalha com crianças e jovens com necessidades de saúde especiais. –Lisboa, Direcção-Geral da Saúde, Divisão de Saúde Escolar, 2002.
(Retirado de Professor Escovinha)

EFICÁCIA DE SOLUÇÕES AQUOSAS DE CLOREXIDINA PARA DESINFECÇÃO DE SUPERFÍCIES







RESUMO
A prevenção da infecção cruzada é parte fundamental na conduta prática de um tratamento odontológico, sendo a desinfecção de superfícies um dos procedimentos para manutenção da biossegurança. Considerando o grande número de superfícies operatórias que podem ser contaminadas durante o tratamento odontológico, torna-se claro que o uso de desinfetantes constitui uma das principais etapas de assepsia efetiva. O objetivo deste trabalho foi verificar a eficácia de soluções aquosas de clorexidina na desinfecção de superfícies em concentrações de 0,5%, 1%, 2%, 3% e 4%, comparando a do álcool 70% gel e líquido, bem como verificar sua viabilidade econômica. Cepas de Streptococcus mutans, Staphylococcus aureus, Pseudomonas aeruginosa, Candida albicans e Klebsiella pneumoniae foram utilizadas para a contaminação de superfícies de couro, fórmica e aço inoxidável e então realizada a desinfecção utilizando a técnica “spray wipe spray” com cada solução. Após cada desinfecção foram feitas coletas utilizando placas de superfície (RODAC)contendo ágar BHI, incubadas e as ufc/placa contadas. Soluções aquosas de clorexidina a partir de 1%, foram eficazes na desinfecção de todas as superfícies para todos os microrganismos testados, seguidas pela solução aquosa de clorexidina 0,5%, álcool etílico 70% gel e líquido.

PALAVRAS-CHAVE: clorexidina, contaminação, superfície, desinfecção, biossegurança.

As DST`s e a Boca

Sexo oral inseguro e doenças sexualmente transmissíveis são uma mistura perigosa.


Até mesmo o beijo na hora de “ficar” apresenta risco à saúde.


Ao contrário do que muita gente pensa, sexo oral também é um caminho para contrair doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). E em alguns casos, uma DST oral pode ser até mais difícil de diagnosticar e tratar. O cirurgião-dentista pode reconhecer os sintomas orais de uma DST e instruir o paciente a procurar um profissional de saúde para o correto diagnóstico.


Segundo a literatura científica internacional, muitos pacientes sequer consideram sexo oral como um autêntico intercurso sexual. Uma pesquisa publicada no jornal da Academia de Odontologia Clínica Geral dos EUA em 2002 revela que 60% dos universitários entrevistados não consideravam o contato oral-genital como prática sexual. E mais de 55% dos adolescentes consultados admitiram praticar atos de sexo oral.

Noventa por cento dos que contraíram o componente oral de uma DST – como gonorréia – eram provavelmente assintomáticos (não apresentam sinais evidentes de contágio).

Os outros 10% exibiam sintomas como inflamação ou edema gengival e hemorragia. Estes sintomas lembram os sinais de outra doença, a dolorosa gengivite necrosante ulcerativa aguda (GUNA). Esta doença, ao contrário da gonorréia, tem um odor desagradável.



Alguns pacientes com manifestações orais de DSTs também apresentam sintomas parecidos com os de uma gripe. È possível ainda que uma DST possa permanecer assintomática na boca.O correto é orientar os pacientes a seguir as instruções das autoridades de saúde: praticar sexo seguro e usar camisinha ou barreira de látex.

 Existem vários tipos de doenças potencialmente transmissíveis pelo beijo.

A mononucleose (doença do beijo), cárie, gengivite, candidíase (sapinho), herpes labial, tuberculose, hepatite e até as doenças sexualmente transmissíveis como a sífilis e a gonorréia podem passar de um “ficante” a outro.

Para não ter surpresas desagradáveis pós-balada, recomenda-se cuidar bem da higiene bucal e visitar regularmente o dentista. Um exame clínico de rotina é capaz de identificar os primeiros sintomas das manifestações bucal de DSTs, por exemplo.

As manifestações orais das DSTs mais comuns ou doenças que podem ser mais facilmente transmitidas pelo beijo são:

O relacionamento sexual oral sem preservativo, mesmo entre pessoas normais, pode sempre vir a trazer alguma alteração na flora bacteriana, tanto bucal como genital. Essa condição é possibilitada pela troca dos fluidos e microrganismos salivar e genital, podendo os microrganismos de uma cavidade agir patologicamente em outra cavidade de nosso organismo, gerando alguns desequilíbrios das bactérias locais, essas alterações tendem normalmente a se auto-regular sem necessidade de antibióticos. Em caso de dúvidas consulte sempre um especialista.

Você pode adquirir inúmeras doenças sexualmente transmissíveis – (DSTs) pelo sexo oral, caso você tenha algum sangramento, como o sangramento gengival, aftas ou quaisquer tipos de lesões na boca, que exponham o tecido conjuntivo e, que na ocasião em que este processo ulcerativo estiver presente, ele acabe entrando em contato com uma pessoa que seja portadora da doença e que tenha também qualquer pequena ulceração.

As doenças sexualmente transmissíveis mais freqüentemente transmitidas ou adquiridas na boca são: Herpes, HPV, Sífilis, AIDS, Gonorréia, Cancro Mole, Candidíase; Uretrites, porém podemos considerar que em certos casos, as Hepatites A, B, C podem ser transmitidas pelas relações sexuais, assim com, gripes, hanseníases (saliva e secreções), etc, portanto, poderíamos considerá-las como Doenças Sexualmente Transmissíveis – DSTs.

* HPV - O Condiloma acuminatum tem aspecto de verruga e é causada pelo Papilomavirus humano ou Human Papillomavirus (HPV) parecem na boca, verrugas achatadas e esbranquiçadas, têm um formato bem peculiar de “crista de galo”, nome pelo qual são comumente conhecidas. Podem aparecer de forma única, mas o mais comum é que existam muitas verrugas muito pequeninas, normalmente são indolores e imperceptíveis aos olhos de seus portadores. Podendo aparecer nas pontas das papilas da gengiva, na língua, na bochecha, palato, na garganta e tonsilas. Os sorotipos HPV 16 e HPV 18 são cancerizáveis, sendo os carcinomas de células escamosas os de maior ocorrência. Num trabalho na Johns Hopkins University School of Medicine – Baltimore Maryland USA, desenvolvido no Hospital Johns Hopkins, no Centro de Oncologia, um estudo com 253 casos, da Dra. Maura Gilisom demonstrou que 25% dos pacientes com câncer no departamento de cabeça e pescoço, tiveram resultados positivos para HPV, sendo 90% deles para o sorotipo HPV 16.

* Sífilis - Causada por uma bactéria Treponema pallidum se manifesta na boca, língua, palato, bochechas, lábios, faringe e gengiva. Aparecendo pela primeira vez após aproximadamente 21 dias do contacto direto com a área infectada, tem um aspecto de vulcão, ou seja, uma úlcera de bordos elevados e duros, por estas características a lesão primaria da sífilis, recebeu o nome de “Cancro Duro.” A lesão primária depois de algum tempo desaparece e a doença continua evoluindo para a sífilis secundária, que pode ser caracterizada por pequenas roséolas, simétricas e bilaterais, comumente ocorrem no palato, língua e bochechas. As lesões secundárias continuam evoluindo acometendo o sistema nervoso do indivíduo é uma fase de Goma sifilítica, que pode chegar à loucura e à óbito dos indivíduos. A sífilis ainda, pode ser transmitida pela mãe gestante por via placentária, sendo mais comum, após o terceiro mês de gravidez, ocorrendo a sífilis congênita o que acarreta que a criança venha a ter má formações, como nariz em forma de cela e dentes mal formados em forma de barril.

* Gonorréia ou Blenorragia - A gonorréia é causada pela bactéria Neisseria gonorrea e pode sim ser adquirida do trato genito-urinário pelo meio bucal, causando uma infecção que acomete a boca, faringe e tonsilas palatinas. É uma doença que pode causar irritação, supuração, mal estar e febre. De acordo com a literatura a mesma pode desaparecer sozinha, após no máximo 3 meses da infecção.

* Cancro Mole - Aparecem de 1 a 4 dias após o contacto sexual é causado por uma bactéria denominada Haemophilus ducrei. São lesões em forma de úlceras com bordos elevados e moles, transmitidas por relações sexuais principalmente oro-anais, oro-genito-anais e oro-genitais. Estas lesões podem aparecer na boca, lábio, faringe, bochecha; são úlceras dolorosas e purulentas.

* Candidiase - “Sapinho” como é chamado popularmente, é causada por um fungo chamado Candida albicans, que pode ser transmitido por um beijo e por uma relação buco-genital desenvolvendo a doença. Esta doença se manifesta na forma de um creme que é facilmente removido. Na boca a maior freqüência é no ângulo do início da comissura bucal e na bochecha. Sua manifestação é facilitada pela utilização exacerbada de antibiótico o que favorece o desenvolvimento da microbiota fúngica. As manifestações fúngicas também são facilitadas pela quebra da homeostase do organismo por doenças debilitantes.

* Gengivite - gengivas vermelhas e sangrantes, raramente dolorosas;

* Mononucleose - petéquias (pequenas manchas vermelhas) no palato, aumento de volume da garganta com linfoadenopatia cervical (gânglios no pescoço). Estes sinais costumam ocorrer após um mês do contágio;

* Sífilis - ferida indolor no lábio ou língua. Presença de íngua no pescoço.

* AIDS ou SIDA - Apesar de serem menos freqüentes os casos de transmissão por sexo oral, a Aids pode sim ser transmitida por relacionamento sexual oral. A principal preocupação é se você tiver algum sangramento, como o sangramento gengival, aftas ou quaisquer tipos de lesões na boca, que exponham o tecido conjuntivo e, que na ocasião em que este processo ulcerativo estiver presente, ele acabe entrando em contato com uma pessoa que seja portadora da doença e que tenha também qualquer pequena ulceração em mucosa.

- A Síndrome da Imuno Deficiência Adquirida é transmitida pelo Vírus HIV I e II através de relações sexuais genitais, anais, buco-genitais, buco-anais e buco-genito-anais em contacto direto com líquido e mucosa vaginal ou anal, fluidos, esperma e principalmente sangue. Atingem principalmente adultos de ambos os gêneros e todos os grupos étnicos. Pode ser também uma forma de contágio a utilização de injeções com material não descartável contaminado. Manifestam-se na boca, através da exacerbação de aftas, candidiase, condições herpéticas, aumento da reação inflamatória em doenças periodontais. A aparência normal de um indivíduo não quer dizer que ele não tenha AIDS, portanto a melhor maneira de prevenção é utilizar sempre os preservativos genitais masculinos ou femininos e se possível também preservativos bucais para uma relação segura. Não empreste escova de dente e suas lâminas de barbear, nem para o seu melhor amigo. Certifique-se que os instrumentos, seringas e alicates de cutícula que você faz uso são confiavelmente estéreis e seguros.

* Herpes - Os herpes e uma doença causada pelo vírus Herpes simplex, que se manifestam na boca como uma ou várias vesículas cheias de líquido, podem ser do tipo I – Herpes bucalis ou do tipo II – Herpes genitalis, os dois tipos associados ou separados, podem se manifestar na boca e na genitália após aproximadamente 14 dias do contágio, sendo que a manifestação do H. genitalis no lábio é mais dolorida do que a do H. bucalis. Acometem a boca toda, os lábios, faringe, língua, palato e tonsilas.

Os sintomas do herpes oral incluem febre, cansaço, dores musculares e irritabilidade. Bolhas doloridas aparecem nos lábios, gengivas, na parte anterior da língua, no interior da bochecha, garganta e do palato. Estas vesículas podem inchar e arrebentar, resultando em sangramento. O Herpes oral torna difícil para o paciente o ato de se alimentar, beber e falar, sendo uma doença altamente contagiosa que pode se propagar de pessoa para pessoa quando as bolhas entram em erupção. Muitas vezes, esta infecção está associada à ocorrência de febre alta e baixa resistência imunológica.


SEXO ORAL

Atualmente, ainda são os homens que detém a maior prevalência de doenças sexualmente transmissíveis, mas as mulheres a cada dia vêm apresentando maior freqüência. Isto não se deve a susceptibilidade e sim a um maior comportamento de risco em relacionamentos sexuais.

O contágio ou infecção se dá por contato sexual direto, por meio das relações bucais, também conhecidas como sexo oral, ocorrendo então, por relacionamentos sexuais buco-genitais, buco-anais e buco-genito-anais, como também podem ocorrer tão somente pelas relações buco-bucais. São mais susceptíveis aqueles que têm sangramentos gengivais, ulcerações bucais e lesões nos tecidos epiteliais da boca ou oro-faringe, associados a uma má higiene bucal.

A transmissão de doenças sexualmente transmissíveis pela realização do sexo oral, ocorre principalmente quando o parceiro tem feridas abertas na região genital, que são muitas vezes não percebidas. Pode-se também adquirir a infecção através do sexo oral se ele tem alguma lesão ou cortes na língua, gengivas ou na boca, também muitas vezes não percebidas. O risco de transmissão também pode aumentar devido a certas atividades realizadas antes ou depois do sexo oral. Estas incluem escovar os dentes, utilizar fio dental, mastigar alimentos ou qualquer tipo de trabalho odontológico realizado. A infecção também pode se espalhar devido à partilha de colheres, copos, escovas, toalhas e até lenços infectados.

PREVENÇÃO

O relacionamento sexual seguro, sempre deve ser com preservativo e uma excelente higiene bucal, devemos ainda enfatizar que é fundamental uma excelente higiene bucal, por meio da escovação, utilização do fio dental corretamente e cremes dentais que contenham formulação anti-séptica, além de utilizar como co-adjuvantes enxaguatórios bucais com formulação anti-séptica sem álcool. Estes procedimentos citados são a melhor forma de prevenção das Doenças Bucais Sexualmente Transmissíveis.


Uma higiene eficaz corpórea e uma higiene bucal adequada são formas de evitar o estabelecimento de doenças por ulcerações e lesões do tecido epitelial; os controles periódicos em consultórios odontológicos e médicos; uma vida regrada sem o risco de sexo inseguro e com o mesmo parceiro/a.

A higiene bucal é condição indispensável para a manutenção da saúde bucal e todos os produtos que pudermos lançar mão para a não ulceração e para a promoção da saúde serão bem vindos. Os anti-sépticos bucais sem álcool e a base de clorhexidina são coadjuvantes no controle das infecções como as doenças periodontais, portanto, ajudam a evitar ulcerações e exposição de tecido conjuntivo. A higiene bucal é a forma mais simples, mais barata e segura de prevenção para inúmeras doenças, cuja porta de entrada é o meio bucal, principalmente quando ulcerado.

Exemplos de Tratamentos:

* Herpes Bucal I e II – Tratamentos mais comuns: Auto-vacinas e Anti-virais existentes no mercado como o aciclovir, podem ser utilizados produtos anestésicos locais.

* HPV Bucal – Identificação com lupa e remoção cirúrgica das verrugas ou Quimiocirurgia ou Eletrocirurgia das lesões, já existem vacinas para mulheres moças e é fundamental a manutenção de uma boa higiene bucal.

* Gonorréia ou Blenorragia Bucal – A gonorréia bucal geralmente se cura espontaneamente com uma boa higiene bucal, porém pode haver a necessidade de que sejam utilizados antibióticos específicos para essas bactérias Gram negativas.

* Cancro Mole – O tratamento é dado por antibióticos específicos para o microrganismo Haemophyllus ducrei e uma boa higiene bucal.

* Sífilis com manifestação bucal – Causada por uma bactéria Treponema pallidum tem como tratamento a antibioticoterapia, normalmente à base de Penicilina Benzatina e uma boa higiene bucal.

* Candidiase Bucal – “Sapinho” o tratamento é uma boa higiene bucal, com remoção do creme fúngico e caso a formação de colônias fúngicas permaneçam, ministrar fungicidas locais e sistêmicos. O iogurte é uma excelente indicação para alterações fúngicas na boca, pois os Lactobacilos concorrem e matam os fungos causadores das candidíases.

* AIDS ou SIDA – A Síndrome da Imuno Deficiência Adquirida é tratada com o coquetel à base de AZT e esta indicada a boa higiene bucal.

Vale lembrar que cada caso deverá ser analisado separadamente e a propedêutica medicamentosa para o tratamento da lesão em questão, caberá tão somente, ao profissional, após o diagnóstico, o prognóstico e a determinação do plano de tratamento.


Concluindo:

O relacionamento sexual seguro, sempre deve ser com preservativo, devemos ainda enfatizar que é fundamental valorizar a manutenção de uma excelente higiene bucal, por meio da escovação, utilização do fio dental corretamente e cremes dentais que contenham formulação anti-séptica, além de utilizar como co-adjuvantes enxaguatórios bucais com formulação anti- séptica sem álcool, para que não existam úlceras e sangramentos gengivais ou das mucosas bucais. Estes procedimentos citados são a melhor forma de prevenção das Doenças Bucais Sexualmente Transmissíveis – DSTs.

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