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Cigarro - Largar este terrível vício nunca foi tão fácil


Largar este terrível vício nunca foi tão fácil. Como bónus, terá mais dinheiro, mais saúde e mais... sexo.


1 Cheiro.

A parte do cérebro que controla os desejos também processa os odores. Um estudo efectuado pelos cientistas da Universidade de Pittsburg concluiu que a ansiedade dos fumadores em consumir nicotina poderá combater-se com odores fortes como o do vinagre ou do Vick's Vapospray, por exemplo.


2 Diga aos seus amigos que deixou de fumar.

Ao tornar pública essa intenção conseguirá, pelo menos, uma coisa fundamental: o controlo e ajuda por parte dos que lhe estão próximos.


3 Assuma a sua condição.

O tabaco não é apenas um problema para a sua saúde, como também é uma droga. Deve dizer para si mesmo: sou um yonqui ávido de consumir nicotina, estou doente... quero curar-me.


4 Poupe dinheiro.

Coloque num mealheiro o dinheiro que costumava gastar diariamente em tabaco. Ao verificar um acréscimo das suas poupanças, arrepender-se-á de não ter abandonado o hábito há mais tempo.


5 Demore o seu tempo.

Há casos de ex-fumadores que abandonaram este vício repentinamente e outros que o fizeram paulatinamente. Você terá de decidir de que forma pretende fazê-lo, de modo a minorar o tempo de sofrimento. Isto para evitar que o processo se converta numa autêntica tortura chinesa.


6 Limpeza geral.

Limpe profundamente a sua casa, desde as cortinas aos edredões. O fumo do tabaco é demasiado perigoso e o seu cheiro impregna-se até nos lugares mais inverosímeis. O objectivo principal é que os eflúvios do tabaco não despertem essa parte irracional do cérebro que o volte a tentar.


7 Faça desporto.

O exercício ajuda a relaxar, aumenta a moral e a "limpar" o seu corpo. Assim, em vez de ir de autocarro para o trabalho, opte por fazê-lo a pé, ou, em vez de apanhar o elevador do seu prédio, suba pelas escadas. Se não faz desporto há imenso tempo, inscreva-se num bom
health club

.

8 Cure-se rapidamente.

As feridas dos indivíduos não fumadores curam-se 80 vezes mais rapidamente, de acordo com as conclusões da Academia Americana de Cirurgiãos Ortopédicos.


9 Não fume no trabalho.

Convoque os colegas que trabalham sob o mesmo tecto e, pela saúde de todos, convença-os a não fumar no local de trabalho. A verdade é que quando um fumador vê outro a "puxar" pelo cigarro tem tendência a fazer o mesmo, pelo que, desta forma, isso deixaria de acontecer.



10 Experimente alguns tratamentos anti-tabaco. Têm surgido novas formas de tratamento inovadoras e indolores. O Antismoking Center NãoFumoMais, por exemplo, é um novo centro de tratamento que consegue anular a síndrome de abstinência de nicotina através da auriculoterapia, um método sem contra-indicações nem efeitos secundários


11 Apanhe umas picadelas. Outra forma alternativa de tratamento é a acupunctura. Um estudo publicado no American Journal of Public Health quantificou em 40% a taxa de sucesso por parte desta prática quando combinada com um programa de educação complementar.

12 Deixe a cafeína. Os fumadores costumam acompanhar o café com um cigarro... uma mistura explosiva. A verdade é que a nicotina acelera a metabolização da cafeína, pelo que a energia extra que se (pensa que) consegue obter se se prescindir do tabaco torna menos necessário o consumo de café.

13 Faça musculação. A nicotina potencia o seu ritmo metabólico, diminuindo a queima de calorias. Uma pesquisa da Universidade de Berkeley (EUA) demonstrou que, quando se começa a ganhar massa muscular, o metabolismo volta praticamente ao nível que se encontrava quando não fumava. Dos indivíduos estudados, os que faziam três treinos de musculação por semana aumentaram o ritmo metabólico em cerca de 7%.

14 Coma bem. Em momentos de quebra ou depressão torna-se especialmente necessário manter a boca ocupada. Alguns especialistas recomendam que se tenha sempre à mão um kit de sobrevivência com frutas e verduras da época.


15 Será o melhor pai do mundo (em potência) se deixar de fumar. É que, em consonância com um estudo da Universidade da Carolina do Norte (EUA), fumar diminui a quantidade do esperma entre uns 13% e uns 17%.

16 Tenha melhor sexo. Fumar dificulta a circulação sanguínea. O Massachussets Male Ageing Study (uma investigação relacionada com o envelhecimento masculino) concluiu que, de entre os pacientes com algum género de doenças cardíacas, os fumadores tinham o dobro das incidências a nível da disfunção eréctil.

17 Compre um livro. Para adquirir mais alguns conselhos úteis, aconselhamos-lhe a leitura de um dos seguintes livros: Parar de fumar (Paz Editora,); Pare de fumar (Editora: Replicação,).

18 Está na hora de procriar. Se a sua mulher ou namorada está grávida ou se o seu filho acabou de nascer, aproveite o momento para deixar de fumar. A saúde familiar sairá fortalecida.



Fonte: http://saude.sapo.mz/abc-saude/t/tabagismo/

Tabaco gera efeito psicológico mais intenso nas mulheres


O tabaco gera nas mulheres efeitos psicológicos mais intensos do que nos homens, causando-lhes dificuldades adicionais para o abandono do vício, diz um estudo.

Uma das hipóteses é que isso ocorra porque as mulheres são mais sujeitas aos sintomas de depressão e ansiedade, avança a pesquisa, realizada pelo Grupo de Apoio ao Tabagista (GAT) do Hospital do Cancro A. C. Camargo, em São Paulo, Brasil.

 O levantamento feito com 6 mil pacientes em tratamento concluiu ainda que, em cerca de 50% dos casos, entre homens e mulheres, a dependência do cigarro é exclusivamente psicológica. Apenas 20% dos pacientes apresentaram dependência grave de nicotina e 30% são dependentes leves ou moderados da substância.

 Segundo os investigadores, cerca de 90% das fumadoras iniciam o seu hábito na adolescência, a partir dos 13 anos de idade, devido a factores como pressão social e imitação do grupo.

 Entre os malefícios causados pelo cigarro à saúde da mulher está o aumento dos riscos de cancro de pulmão, uma vez que o tabaco é responsável por 98% dos casos, de acordo com o estudo, além do aumento de outros tipos de cancros como o de boca, esófago, laringe, faringe e garganta.

 Os autores da pesquisa destacam que muitas mulheres associam o deixar de fumar com o ganho de peso. «O ganho é relativamente pequeno (cerca de 4 quilos), sendo evitável em caso de tratamento com auxílio de especialista. O maior problema é que elas não apenas temem engordar ao cessarem o vício, como também a maioria começa a fumar por ouvir dizer que esse hábito emagrece», destaca a psiquiatra e coordenadora do GAT, Célia Lídia da Costa.

 Além de sinais estéticos e sociais como o envelhecimento precoce por alterações microvasculares da pele, outras consequências são o aumento da taxa de infertilidade, alterações menstruais e doenças cardiovasculares.

 Os riscos são ampliados quando o tabaco está associado ao uso de métodos anticoncepcionais, podendo causar problemas na gravidez e interferir directamente na saúde e no peso do bebé, pois o tabaco diminui a chegada de nutrientes pela placenta

Cigarro como um dos fatores de câncer bucal no Brasil

O alerta é do cirurgião buco-maxilo-facial do Sesi, Fábio Guedes, o câncer bucal já começa a ganhar contornos de verdadeira epidemia, no Brasil, e o tabagismo encabeça a lista de fatores de risco da doença, seguido pelo alcoolismo.
"Quem fuma tem de sete a oito vezes mais chance de desenvolver câncer de boca, enquanto quem bebe tem de três a quatro vezes mais chance", afirmou o cirurgião, em artigo publicado no Jornal do Commercio do Rio de Janeiro.
Segundo Guedes, a incidência do câncer de boca no Brasil é a terceira do mundo, atrás da Índia e da antiga Tchecoslováquia.
Ele lembrou que dados do Instituto Nacional do Câncer, fechados em 2006, revelam que São Paulo é o Estado campeão nesse tipo de incidência: são 3.960 novos casos por ano; nacionalmente, foram 36.340 ocorrências.
E mais: o mal atinge, indistintamente, homens e mulheres, embora esse último tipo seja o mais afetado; são 176 novos casos em cada 100 mil mulheres contra 42 para o mesmo grupo de homens; óbitos de mulheres em conseqüência do câncer bucal aumentaram em 50% apenas nos últimos três anos; adolescentes também apresentam índices de crescimento de incidência da doença.
Guedes disse que o quadro é mais desolador ainda, porque institutos especializados esperam, somente para este ano, mais 50 mil casos de câncer bucal e que o alvo, mais uma vez, são as mulheres: a expectativa é de que devem ser diagnosticados, em 2007, cerca de 30 mil casos de câncer bucal na ala feminina, número que é semelhante ao câncer de mama, a principal causa de morte em mulheres, no Brasil, desde 1980.
Segundo Guedes, está provado, cientificamente, que a maior incidência e mortalidade por câncer bucal é decorre da má higienização e do uso de próteses desajustadas, com dentes gastos – o contato permanente com o processo mastigatório provoca trauma freqüente no tecido mole.
"Entendo", afirmou Guedes, "que a negligência histórica do poder público com a atenção à saúde bucal explique o crescimento exacerbado do câncer bucal, especialmente entre as populações de menor poder aquisitivo. A precariedade de recursos odontológicos disponíveis para aos segmentos de baixa renda, aliado a pouca divulgação de programas profiláticos da doença – fala-se muito de câncer de mama, de colo de útero e de próstata, mas pouco de câncer de boca – contribui, significamente, para a profusão desse tipo de caso, a maioria levando a morte".
Leia AQUI a íntegra do artigo de Fábio Guedes.

O papel do dentista no abandono do vício de fumar

Os danos que o cigarro causa ao organismo humano já são conhecidos de grande parte da população.

 Entretanto, o que muita gente ainda não sabe é que o cigarro promove e acelera o desenvolvimento de doenças bucais, principalmente por diminuir a capacidade de defesa nesta região. O cigarro possui uma substância derivada da nicotina, denominada cotinina, que diminui a vascularização e o aporte sanguíneo à gengiva, ao osso que circunda os dentes e à mucosa oral. Dessa forma, as células de defesa, que seriam levadas pelo sangue à região infectada por bactérias orais, não conseguem alcançar seu objetivo. O resultado é a instalação silenciosa de uma doença periodontal (ao redor dos dentes), sem sintomas exagerados, mas que progride rapidamente até a perda do dente.

 O tratamento da doença periodontal em fumantes torna-se complexo pela dificuldade de convencer o paciente a abandonar o hábito e o vício do cigarro. O protocolo de tratamento é semelhante nos não fumantes, embora tenha duas principais particularidades: a primeira é que os cirurgiões-dentistas darão início a uma campanha de apoio ao abandono do hábito e do vício; a segunda é que o paciente deve estar ciente de que a cicatrização em fumantes também é afetada pela falta de vascularização, gerando um atraso de duas a três semanas para o reparo completo de qualquer ferida cirúrgica intra-oral.

 O nosso, papel, como profissionais de saúde, é informar, de maneira clara e objetiva, todos os prejuízos causados pelo cigarro, na saúde bucal e geral, e motivar o paciente a parar de fumar, fornecendo ferramentas de ajuda à síndrome de abstinência, ou seja, à sensação de ansiedade de perda que acompanha o abandono do vício nos primeiros meses.

 Quando o paciente relata que fuma de 5 a 10 cigarros por dia, ele está informando que o hábito é mais forte que o vício e, portanto, é mais fácil parar. Mas se o indivíduo relata fumar uma quantidade superior a 20 cigarros por dia, o vício químico pode ser maior que o hábito, dificultando o processo de abandono do cigarro. Em ambos os casos, o paciente tem que desejar viver sem fumar. Talvez, para muitas pessoas, falte informações suficientemente impactantes, que o convençam a parar de fumar.

 Se o paciente demonstra a "força do hábito" do cigarro, uma boa opção é o cigarro eletrônico. Esse pequeno aparelho consiste em uma piteira elétrica, que produz fumaça, e que possui cartuchos que podem estar vazios, ou carregados com diferentes níveis de nicotina. Esse dispositivo tem se mostrado bastante eficiente. Em indivíduos dependentes quimicamente da nicotina, o cigarro elétrico não parece ser suficiente. Deve-se obter auxílio médico, com indicação expressa do dentista, para que faça uso de medicações específicas para o controle da ansiedade.

FUMAR CAUSA DANOS AO DNA DO ESPERMA


Dois novos estudos fornecem evidências de que fumar pode prejudicar o esperma - tanto em homens fumantes, que podem tornar-se pais e em filhos de mulheres que fumaram durante a gravidez.
A pesquisa também sugere que tanto homens quanto mulheres que têm esperanças de conceber devem deixar o tabagismo.
"Os resultados deste estudo sugerem um efeito biológico negativo do tabagismo sobre a integridade do DNA dos espermatozóides", disse o autor de um estudo, Dr. Mohamed E. Hammadeh, chefe do laboratório de reprodução assistida, do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia na Universidade do Saarland em Sarre, na Alemanha.

Pesquisa feita por Hammadeh e seus colegas mostraram que homens que fumam muito podem ter problemas de fertilidade resultante de uma queda nos níveis de uma proteína crucial para o desenvolvimento de espermatozóides, bem como causar danos ao DNA do esperma.
Outro estudo sugere que mulheres que fumam no início de sua gravidez pode vir a comprometer a saúde reprodutiva de seus filhos. Ambos os estudos foram publicados na edição on line, 08 de setembro, da Human Reproduction.
No primeiro estudo, a equipe Hammadeh comparou espermas de 53 fumantes pesados (mais de 20 cigarros por dia), contra a de 63 não-fumantes. Após 3-4 dias de abstinência sexual, uma única amostra de sêmen foi tomada de todos os participantes do estudo, para medir os níveis de duas formas de um tipo específico de proteína encontrada no esperma, chamado protaminas. Segundo os pesquisadores, protaminas são atores fundamentais no desenvolvimento do esperma, ajudando a dinamizar o processo pelo qual os cromossomos são formados e embalados durante a divisão celular.

Hammadeh e colegas descobriram que, no grupo de fumantes, uma forma de protamina apareceu em níveis que foram de 14 por cento abaixo das concentrações observadas no sêmen de homens não-fumantes. Isso foi o suficiente para constituir uma forma de "deficiência de protamina" e, por sua vez, aumentar os riscos de infertilidade entre os fumantes.
Além do mais, o "estresse oxidativo" de fumantes apareceu vinculado a um aumento de danos ao DNA do esperma, relatou a equipe.
Segundo Hammadeh, tentativas anteriores para esclarecer a relação entre tabagismo e infertilidade masculina tiveram dificuldade em identificar um mecanismo molecular subjacente a essa relação. Assim, ele acredita que a nova descoberta deve ajudar a convencer os fumantes do sexo masculino lutando com a infertilidade se livrar do vício.

"Devido ao fato de que a fumaça do cigarro contém agentes mutagênicos e cancerígenos, tem havido a preocupação de que o tabagismo pode ter efeitos adversos sobre a reprodução masculina", observou Hammadeh. As novas descobertas que fizemos ajudam a suportar isto, disse ele.
O segundo estudo foi conduzido pelo Dr. Claus Yding Andersen, professor de fisiologia da reprodução humana no Hospital Universitário de Copenhague, na Dinamarca. Ele debruçou-se sobre o impacto do tabagismo materno durante o primeiro trimestre da gestação sobre o desenvolvimento do feto masculino.
Neste caso, os autores analisaram o tecido dos testículos de 24 embriões que foram abortados entre 37 e 68 dias após a concepção. Depois de classificar as mães potenciais de acordo com o hábito de fumar, a equipe de pesquisa constatou que o número dos chamados "células germinais" - células que se desenvolvem em espermatozóides nos machos e nos óvulos de fêmeas - foram 55 por cento inferiores nos testes de embriões obtidos das mulheres que fumavam. Esta observação foi realizada independentemente do consumo de álcool pela mãe e os hábitos de consumo de café. Os níveis de embriões do chamado "células somáticas" (aqueles que vão formar outros tipos de tecido) foram de 37 por cento mais baixo entre as mulheres que fumavam.
Em ambos os casos de germes e células somáticas, esta diminuição dos níveis parece ser "dose-dependente", significando que quanto mais a mãe  fuma, menor o número de células cultivadas pelo embrião.

Com base nestes resultados iniciais do crescimento fetal, Anderson e seus colegas concluíram que o impacto do tabagismo resultante desta produção celular pode continuar na prole masculina levada a termo. E isso pode significar um risco mais elevado de fertilidade nos filhos.
Segundo a equipe dinamarquesa, suas pesquisas anteriores envolvendo embriões do sexo feminino também revelou reduções de "célula germinal" de cerca de 40 por cento de embriões retirados de mulheres que fumaram durante a gravidez. Isto sugere que o tabagismo materno durante a gravidez pode prejudicar a saúde reprodutiva de homens e mulheres descendentes.

"Nossos resultados fornecem dados para profissionais de saúde falarem com as mulheres que estão pensando em engravidar, ou que tenham concebido recentemente, com um argumento "aqui e agora" para convencê-los a parar de fumar", disse Anderson. "Porque o efeito negativo do fumo parece ter lugar certo, desde a concepção e durante os primeiros dias de gestação, quando o embrião humano se diferencia, em  uma menina ou um menino."
(FONTES: Mohamed E. Hammadeh, MD, do departamento de obstetrícia e ginecologia da Universidade do Sarre, do Sarre, na Alemanha, Claus Yding Andersen, MD, professor de fisiologia reprodutiva humana, eo embaixador da tecnologia, do Hospital Universitário de Copenhaga, Laboratório, de Copenhaga, Dinamarca, 08 de setembro de 2010, Human Reproduction, online)-Rede ACT

Inimigo do Coração

Sem dúvida alguma, o cigarro é um dos maiores inimigos das coronárias e do coração. O tabagismo é hoje, no mundo inteiro, considerado um dos principais fatores de risco para ataques cardíacos. Esse hábito é também muito prejudicial para os fumantes passivos, ou seja, pessoas que não são fumantes mas convivem com colegas ou familiares que fumam. Além de causar doenças cardíacas, o cigarro é também responsável por tumores malignos, envelhecimento precoce, infecções respiratórias e muitos outros problemas. Sempre vale a pena parar de fumar, independentemente de idade, sexo, tempo de fumo ou estado de saúde! Sabemos que essa não é uma tarefa fácil, mas não é impossível! Procure seu médico e peça auxílio nessa luta a favor de uma vida saudável.
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